27 de mai de 2009

PAIS ESPÍRITAS E A EVANGELIZAÇÃO INFANTIL


Tema muito importante para os pais espiritas é o da evangelização infantil para seus filhos. Duvida frequente para eles é como conduzir esta tarefa, qual a melhor atitude a tomar diante desta realidade? O médium Divaldo Franco, com sua larga experiência de quase 50 anos no trato com crianças, face sua obra sócio-educacional Mansão do Caminho, que atende hoje, por dia, três mil pessoas, foi perguntado a respeito e, sob a inspiração dos Benfeitores Espirituais, apresentou valiosas considerações:

“Aos pais cabe a observação das tendências, da natureza dos seus filhos para bem orientá-los e despertarem nos mesmos as qualidades que se contrapõem aos defeitos". Entretanto, isso deve ser feito quando os filhos são muito pequenos, e é justamente quando os pais são mais inexperientes, menos maduros. Então, quando vemos os resultados, o tempo já passou. Como agir? Por mais imaturos que sejam os pais, há, entre eles e os filhos, o largo período que já viveram. Se por acaso, por inexperiência, não orientamos bem o filho na primeira infância, é sempre tempo de começar, porque estamos sendo educados até a hora da própria desencarnação. Os pais que não lograram encaminhar bem os seus filhos, porque lhes faltava o equilíbrio do discernimento, quando se estava no período da formação da personalidade, podem recomeçar em qualquer instante, de maneira suave, perseverante e otimista através do exemplo e da vivência do amor.

Os pais podem ajudar com a evangelização no lar, sobretudo pela exemplificação, que é a melhor metodologia para que se inculquem as idéias que desejamos penetrem naqueles que vivem conosco. Se examinarmos Jesus, Ele disse muito menos do que viveu e viveu muito mais do que falou.

O lar é a escola do exemplo. Quando o filho da aula de evangelização e encontra os pais em casa irritados, reclamando, blasfemando, lentamente considera aquilo que acaba de ouvir na Escola Espirita, que é o Centro, uma teoria agradável como toda e qualquer outra, mas tão inócua que não modificou nem mesmo aqueles que o levam a recebê-la. Daí o lar ser um laboratório de exemplificação daquilo que o centro espirita ensina.

ACONTECE, TODOS OS DOMINGO, ÀS 09HS., NO G. ESPÍRITA CRUZADA DO BEM, EM JACOBINA, A EVANGELIZAÇÃO INFANTIL. PARTICIPE!

18 de mai de 2009

FILME SOBRE A VIDA DE CHICO XAVIER

O diretor Daniel Filho convidou a atriz Glória Pires para fazer parte do elenco do filme sobre a vida do espírita Chico Xavier. Atualmente ela filma o longa-metragem sobre a história do presidente Lula, mas pode interpretar a mãe do maior médium brasileiro. Chico, como é tratado pelos espíritas, desencarnou em 2002 aos 92 anos deixando mais de 420 obras psicografadas.

Também convidado para atuar no filme, o ator Nelson Xavier se emociona quando fala do médium. Nelson viajou para Pedro Leopoldo e Uberaba, em Minas Gerais, onde Chico nasceu e morou e declarou que tudo isso o relembra sua mãe, que desencarnou há 10 anos e era espírita. O fime deve estrear em 2 de abril de 2010, quando Chico completaria 100 anos, e já começa a ser rodado neste mês de maio (2009).


Fonte: http://www.bahiaespirita.com.br/

13 de mai de 2009

ENTREVISTA - MARCEL CADIDÉ

Em entrevista ao Blog do CR-15, Marcel M. Cadidé fala sobre sua passagem pela FEEB, do movimento espírita em geral e do Espiritismo, para os leitores.
Marcel Cadidé Mariano, 44 anos de idade, natural de Juazeiro/Ba.; Bel. em Direito pela UCSal – Universidade Católica do Salvador e Professor licenciado em História pela FFPP – Faculdade de Formação de Professores de Petrolina/PE.; Assistente Jurídico do Menor lotado na 1ª Vara da Inf/Juventude de Salvador/Ba.; funcionário público concursado do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia; Ex-Diretor de Integração Federativa da FEEB – Federação Espírita do Estado da Bahia; médium e expositor espírita; trabalhador do “Centro Espírita Sementes de Luz”, na cidade do Salvador/Ba.
CR-15: Ao concluir suas gestões como Diretor Federativo da FEEB, qual o balanço que você faz desse período?
Marcel Cadidé: Período positivo e imensamente compensador. Pude ampliar, e muito, minha lente de observação sobre o Movimento Espírita Baiano, pois percorrir mais de uma centena de municípios nesses seis anos em que estive à frente da Diretoria de Integração Federativa da FEEB, nos quais pude visitar centenas de Instituições Espíritas, tanto na Bahia quanto em outros Estados. Estabelecemos como meta na primeira gestão (2003/2006) o slogan "a FEEB mais perto de você", pelo que foram desenvolvidas ações e projetos para que a FEEB estivesse mais próxima dos Centros Espíritas e dos seus trabalhadores e dirigentes, o que resultou num número recorde de adesões (mais de 35 nesse período); já na segunda gestão (2006/2009), nos valemos do slogam kardequiano "Trabalho, Solidariedade e Tolerância" , aprofundando esses relacionamentos conquistados na gestão primeira, sendo que chegamos a um total de 56 instituições aderindo formalmente à FEEB, o que demonstra que quem estava distante aproximou-se, permutando experiências novas. Estivemos em todos os encontros da Comissão Regional Nordeste e no Conselho Federativo Nacional, trocando idéias com os demais trabalhadores e dirigentes de outros Estados da Federação, o que foi deveras enriquecedor. Saí da Vice-Presidência da FEEB agora em Abril de 2009 extremamente enriquecido com esses seis anos de contato com o Movimento Espírita via FEEB, o que vai continuar agora sem o peso da responsabilidade do transitório cargo, ora sob os ombros firmes de nossa Creuza Lage.
CR: - O movimento espírita baiano tem sérias dificuldades de organização e administrativas. Como a FEEB atuou junto as estas questões?
MC - Concordo. No tocante à organização muitas instituições estão vivendo de passado, como se fossem museus do Espiritismo - seus dirigentes desconhecem informática, não existe computador ou telefone no Centro, ainda persiste o nome "tesouraria" para uma atividade meramente financeira e as secretarias, de modo geral, não funcionam, pois que não se responde aos expedientes e cartas que chegam pelos correios. No tocante às administrações, já temos Assembléias Gerais mais conscientes, impedindo pelo voto livre o acesso de ditadores e déspotas ao cargo de presidentes, havendo uma maior conscientização de que todos nós somos responsáveis pelo destino da Casa Espírita em que militamos, não tão somente o dirigente máximo da Diretoria Executiva. O papel da FEEB foi o de fortalecer essa nova geração, abrindo eventos para discussões coletivas acerca de um Centro Espírita antenado com as necessidades de seus frequentadores, propondo métodos mais eficazes de gestão administrativa, como o CADE (Capacitação Administrativa para Dirigentes Espíritas), para que os Centros não colidam com as leis ora em vigor no país, leis essas na sua maioria desconhecidas dos dirigentes.
CR - Qual a sua visão do movimento espírita brasileiro e mundial? O Espiritismo tem avançado nas mentes e corações humanos?
MC - No Brasil, o Movimento Espírita se expande dia a dia. Estou completando 28 anos de pregação espírita ininterrupta (1981/2009), já tendo viajado por quase todos os Estados da Federação, pelo que falo com conhecimento de causa. Mas esse crescimento pode nos custar (e já está nos custando) um preço muito alto - perda da qualidade, porque tudo aquilo que cresce em quantidade tende a perder contato com a qualidade, divorciando-se de sua essência. O próprio Cristianismo pagou esse preço e o que temos hoje em dia pouco reflete a mensagem de Jesus, tão maculada está pelo dedo viciado dos homens, com suas taras e vícios. No aspecto mundial, o CEI - Conselho Espírita Internacional tem feito um trabalho extraordinário, credor de nossa reverência e respeito, já tendo agregado cerca de trinta países, havendo promessa de que outros vão aderir ao movimento de expansão dos ideais espiritistas, sendo que tais iniciativas são geralmente movidas por brasileiros residentes no exterior. Estou em oração por esse êxito.
CR - Qual a sua expectativa para o movimento espírita baiano nos próximos 3 anos?
MC - As melhores possíveis. Sob a batuta de André Luiz Peixinho, atualmente Diretor Presidente da FEEB, esta deve avançar muito em setores que não nos possível aprofundar nos seis anos que ora se findaram, sendo que parte da equipe que atuava na gestão anterior permaneceu e permanece extremamente compromissada com o avanço dessas propostas. Deve ele buscar a auto-sustentabilidade financeira da FEEB, que é um dilema que todo os presidentes enfrentaram e hão de enfrentar, bem como o redimensionamento dos atuais Conselhos, sejam eles Regionais ou Distritais em todo o Estado, já que eles não mais refletem a dimensão territorial da Bahia após quase quarenta anos de sua criação. Estou ao lado de Creuza como parceiro e colaborador para continuar essa idéia que não vingou inteiramente porque não tivemos tempo para implantá-la integralmente.
CR - Percebe-se que os jovens tem se afastado das casas espíritas. Qual a sua opinião sobre isto e quais seriam as ações visando reverter este quadro?
MC - Todas as federativas do Brasil acusam este problema, que é nacional. Todos estamos preocupados com o afastamento da criança e do jovem da Casa Espírita, e estamos empenhados em diagnosticar as causas, minorando essa hemorragia infanto-juvenil, até porque sem jovens atuando no Movimento não pode e não haverá renovação das lideranças atuais, que vão envelhecendo e pela idade mostram-se refratárias às mudanças, sendo importante que o jovem esteja presente e inserido nesse contexto para assumir essa funções quando os mais antigos estiverem de retorno ao mundo espiritual. As CONJEB's, promovidas pela FEEB a cada dois anos, tem procurado trabalhar esse desafio na sua matriz, convocando as juventudes atualmente existentes e em pleno funcionamento para uma reflexão conjunta sobre esse palpitante assunto. As respostas podem estar a caminho.
CR - O mundo convive atualmente com notícias envolvendo violência, pedofilia, corrupção, crimes, etc. Como o Espiritismo e os Espíritas podem auxiliar no combate as essas mazelas sociais?
MC - Sendo hoje melhor do que ontem e amanhã melhor do que hoje. Não posso mudar ninguém, mas posso mudar a mim mesmo. Todas essas tragédias sempre ocorreram e vão continuar ocorrendo, mas precisamos viver pacificamente ao lado do escândalo sem nos escandalizarmos, nem nos tornarmos instrumentos infelizes dessas ocorrências perturbadoras, já que, conforme disse Jesus certa ocasião, quem venha a promovê-los por eles se tornará responsável. Optemos pela posição de vítimas, quando possível, jamais de algozes. O conhece-te a ti mesmo continua atual e poouco conhecido, pelo que considero que será por esse caminho milenar que vamos reverter esse quadro ainda tão inquietante, a nos cercar cotidianamente.
CR - Deixe uma reflexão para os leitores do Blog do CR-15.
MC - A quem nos venha ler, rogamos desculpas se nosso pensamento não seja compreendido de imediato, bastando que cada um reflita o lido e medite o vivido, buscando acertar mais e errar menos na vida relações afetivas, a fim de que possamos todos juntos construir uma sociedade mais justa e fraterna, tanto para nós quanto para nossos filhos e demais descendentes. Muito obrigado pela oportunidade. A todos, nossos cordiais votos de muita paz.

1 de mai de 2009

FEEB TEM NOVO PRESIDENTE

EM ELEIÇÃO REALIZADA NESTE DOMINGO, 26/04, FORAM ELEITOS OS NOVOS CONSELHEIROS DELIBERATIVOS, E ENTRE ESTES A NOVA DIRETORIA EXECUTIVA. SENDO ESCOLHIDO PELO CONSELHO E APROVADO PELA ASSEMBLEIA A INDICAÇÃO DE ANDRÉ LUIZ PEIXINHO PARA DIRETOR PRESIDENTE. VEJA ABAIXO COMO FICOU A NOVA DIRETORIA:

Diretor-presidente: André Luiz Peixinho
Assessor de Comunicação Social:
Assessor de Planejamento:
Assessora Jurídica: Maria da Conceição de Campos Vieira
Diretor de Integração Federativa: Creuza Santos Lage
Diretor Financeiro: Luciano Crispim de Jesus
Diretor de Arrecadação: Miriam Farias da Paixão Quariguazi
Diretor da Sede Federativa: Edinólia Pinto Peixinho
Diretor da Sede Seccional: Suzana Bernardes Dias
Diretora de Qualificação e Orientação Doutrinária: Ruth Brasil Mesquita
Coordenadora de Infância e Juventude (CIJ): Nélia Georgina Salles
Coordenadora de Ação e Promoção Social (CAPS):
Coordenador do Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita (ESDE): Euzébio Raimundo da Silva
Coordenador de Ação Doutrinária (CAD): James Nei S. da Silva
Coordenador de Ação Mediúnica (CAM): Carmen Rita Machado Politano