30 de jul de 2009

SOMENTE A GRANDE VIDA MERECE A GRANDE MORTE

A transposição de plano, para a nossa mente, é muito morosa, considerando-se as necessidades da preparação que nos cabe, em face à Vida Superior.
Somente a grande vida merece a grande morte.
Além do corpo, não há libertação para quem não se liberta.
O trabalho é desconhecido, para quem não trabalha,
A vida abundante, em relação à qual tão claro foi Jesus nas lições da Boa-Nova, apenas se revela ao coração que se devotou à vida interna, na prática do bem desde aí.
A união espiritual é uma luz somente para aquele que, ainda no corpo, a procura. A nossa esfera aqui é, sobretudo, de continuação ao que teve começo aí.
No círculo físico, as possibilidades de iniciar ou reiniciar são imensas. Aqui, porém, pelo menos nas atividades vizinhas à crosta planetária, a lembrança, a memória, e a ligação mental, impõem prosseguimento.
Assim sendo, tudo aqui é sono ou semi-inconsciência para quem não despertou pelo trabalho ativo, na matéria densa; desagrado, para quem somente tratou de se agradar, no campo emocional menos construtivo, do corpo; angústia, para quem não exercitou a paciência, atenuando as próprias aflições; e desânimo ou perturbação, para quem não aceitou os benefícios da luta ou entravou a marcha dos que buscavam lidar e lutar com nobreza.
Tudo lógico, vivo, natural. Nem poderia ser de outro modo.
Se vocês não criaram interesses de elevação espiritual para a "Terra Próxima", o domicílio do Além será menos interessante do que a "Terra de Agora" para vocês.
É necessário reconhecer que se encontram armados, na arena corporal, para muitas e valiosas conquistas.
Quem mais realiza com o bem, mais aquinhoado de dons divinos será fatalmente, pelas forças que o representam.
Não se esqueçam de que pensamento e ação simbolizam sementeira e crescimento. Os dias se encarregam de amadurecer os frutos, de acordo com a nossa plantação.

pelo Espírito Neio Lúcio - Do livro: Senda para Deus, Médium Francisco Cândido Xavier - Espíritos Diversos.

28 de jul de 2009

ESTUDO ESPÍRITA (1): O CHEFE DO ESPIRITISMO

- O pior de todos os chefes seria o que se desse por eleito de Deus. Como não é racional se admita que Deus confie tais missões a ambiciosos ou a orgulhosos, as virtudes características de um verdadeiro messias têm que ser, antes de tudo, a simplicidade, a humildade, a modéstia, numa palavra, o mais completo desinteresse material e moral. - Allan Kardec

Mas quem será encarregado de manter o Espiritismo nessa senda? Quem terá o lazer e a perseverança necessários a se consagrar ao trabalho incessante que essa tarefa exige? Se o Espiritismo for entregue a si mesmo, sem guia, não será de temer que se desvie da sua rota? e que a malevolência, com a qual ainda estará por longo tempo em luta, não procure desfigurar-lhe o Espírito? É essa, com efeito, uma questão vital e cuja solução se reveste do maior interesse para o futuro da Doutrina. A necessidade de uma direção central superior, guarda vigilante da unidade progressiva e dos interesses gerais da Doutrina, é tão evidente, que já causa inquietação o não ser visto, a surgir no horizonte, o seu condutor. Compreende-se que, sem uma autoridade moral, capaz de centralizar os trabalhos, os estudos e as observações, de dar a impulsão, de estimular os zelos, de defender os fracos, de sustentar os ânimos vacilantes, de ajudar com os conselhos da experiência, de fixar a opinião sobre os pontos incertos, o Espiritismo correria o risco de caminhar ao léu. Não somente essa direção é necessária, como também preciso se faz que preencha condições de força e de estabilidade suficientes para afrontar as tempestades. Os que nenhuma autoridade admitem não compreendem os verdadeiros interesses da Doutrina. Se alguns pensam poder dispensar toda direção, a maioria, os que não se crêem infalíveis e não depositam confiança absoluta em suas próprias luzes, se sentem necessitados de um ponto de apoio, de um guia, ainda que apenas para ajudá-los a caminhar com segurança.
Reconhecida a necessidade de uma direção, de quem receberá poderes o chefe para exercê-la? Será ele aclamado pela universalidade dos adeptos? É coisa impraticável. Se se impuser por sua própria autoridade, uns o aceitarão, enquanto que outros o recusarão, e podem surgir vinte pretendentes, levantando bandeira contra bandeira. Fora ao mesmo tempo o despotismo e a anarquia. Semelhante ato seria próprio de um ambicioso e ninguém conviria menos do que um ambicioso, por isso mesmo orgulhoso, para chefiar uma doutrina que se baseia na abnegação, no devotamento, no desinteresse, na humildade. Colocado fora do princípio fundamental da Doutrina, outra coisa não poderia fazer, senão falsear-lhe o espírito. É o que inevitavelmente se daria, se de antemão se não adotassem medidas eficazes a prevenir esse inconveniente. Admitamos, no entanto, houvesse um homem com todas as qualidades necessárias ao desempenho o seu mandato e que, por uma senda qualquer, chegasse à direção suprema. Os homens se sucedem e não se assemelham; depois de um bom, poderia vir um mau. Com o indivíduo, pode mudar o espírito da direção; sem maus desígnios, pode ele ter modos de ver mais ou menos justos; se entender de fazer que prevaleçam suas idéias pessoais, pode levar a Doutrina a transviar-se, suscitar dissidências e as mesmas dificuldades se renovarão a cada mudança. É preciso não esquecer que o Espiritismo ainda não está na plenitude da sua força. Do ponto de vista da organização, é uma criança que mal começa a andar. Insta, pois, sobretudo no princípio, premuni-lo contra os obstáculos do caminho. Mas, dir-se-á, não virá estar à frente do Espiritismo um dos Espíritos que, segundo foi anunciado, tem que tomar parte na obra de regeneração?
É provável; todavia, como esses Espíritos não trarão na fronte um sinal para serem reconhecidos; como não se farão reconhecer como tais pela maioria, senão depois de terem morrido, conformemente ao que houverem produzido durante a vida; como, ao demais, não serão perpétuos, mister se torna prever todas as eventualidades.É sabido que eles terão uma missão multíplice; que serão de todos os graus da escala espiritual e se encontrarão nos diversos ramos da economia social, onde cada um exercerá influência a favor das novas idéias, conforme a particularidade da sua posição; que todos, pois, trabalharão pelo ascendente da Doutrina, aqui e ali, uns como chefes de Estado, outros como legistas, outros como magistrados, sábios, literatos, oradores, industriais, etc.; que cada um dará provas de si onde lhe caiba exercer sua atividade, desde o proletário até o soberano, sem que qualquer coisa os distinga do comum dos homens, a não serem suas obras. Se a um deles couber tomar parte na direção, é provável que seja posto providencialmente na posição apropriada a fazê-lo chegar lá pelos meios legais que forem adotados; circunstâncias aparentemente fortuitas até lá o conduzirão, sem que de sua parte haja desígnio premeditado, sem mesmo ter ele consciência de sua missão. (Fonte: Revista Espírita: «Os messias do Espiritismo», fevereiro-março de 1868, páginas 45 e 65.)

23 de jul de 2009

PALESTRAS NO G.E. CRUZADA DO BEM - AGOSTO

Divulgamos escala de palestras do Grupo Espírita Cruzada do Bem (Jacobina), para o mês de Agosto/2009:
04/ terça feira /Oscar
06/quinta feira / Lana
11/terça feira / João Oliveira - Baixa Grande
13/quinta feira /Filme: Joelma 23o Andar
18/terça feira / Fred Santos
20/quinta feira / João Carlos
25/terça feira /Osmar Monte Santo
27/quinta feira / Marcos Pessoa

20 de jul de 2009

DIRETRIZES PARA GESTÃO ADMINISTRATIVA – 2009


Nossa prioridade é estabelecer a supremacia do espírito sobre a matéria e realizar no mundo a experiência de viver em torno da presença divina.Nossas ações deverão contemplar quatro dimensões:

Dimensão da sacralidade – Toda atividade deve nos tornar mais próximos do transcendental, do espiritual e do sagrado. Assim, todo espaço de atuação será percebido como um templo.

Dimensão da sabedoria – Devemos nos enriquecer de conhecimento no seu sentido original de saber e de experiência, em tudo que realizarmos. Assim toda ação terá um caráter de produção de conhecimento e toda atividade será educativa. Num sentido amplo, estaremos cursando a nossa universidade.

Dimensão organizacional – Toda atuação será um empreendimento, e como tal se organizará, levando em conta as suas fases, os seus processos, seus resultados e sua avaliação. Em sentido lato, estaremos construindo nossa empresa.

Dimensão comunitária – O senso gregário e unificador nos remete à necessidade de atuarmos em comunidade. Assim, é essencial transitarmos entre o individual e o coletivo nas ações e propósitos, para criarmos ou aperfeiçoarmos os laços pessoais e institucionais.

Nossa linguagem se caracterizará pela avaliação não-julgadora, ênfase nos estágios evolutivos e seu transformismo e dará relevância aos processos e às metas delineadas. Nosso planejamento contemplará uma análise do estado atual, uma projeção do futuro, uma definição de meios e ações, um modo de acompanhamento de desempenho e um indicador de sucesso.Nossa relação com a comunidade de espíritas identificará ações de acolhimento, fixação em tarefas, agregação em grupos, através da sensibilização pelo diálogo, da percepção dos talentos e aproveitamento das diferenças.
Para viabilizar tais diretrizes, enfatizaremos a importância e pertinência de que o associado efetivo e representante da associação federada: -Estudem a possibilidade de participação de um grupo de aperfeiçoamento pessoal, preferencialmente, na sede da FEEB.-Reforcem o hábito de leitura, produção e divulgação do saber espírita, tendo como referência metodológica a transdisciplinaridade do Espiritismo proposto originalmente como Ciência - Filosofia - Religião.-Estejam engajados no trabalho federativo através de uma diretoria e colaborem nos processos de gestão financeira e administrativa.-Constituam-se uma referência para agregar a comunidade de espíritas em torno da rede federativa.

André Luiz Peixinho
Diretor Presidente- FEEB

CR-15 TEM COORDENADORES ELEITOS

O Conselho Regional 15 (Jacobina) elegeu sua coordenação no último dia 31 de maio de 2009, para o triênio 2009/2012. Veja como ficou a coordenação:
JACOBINA - Fred Santos - Coordenador Geral
CAÉM - Beto Gomes
CALDEIRÃO GRANDE - Maria da Glória Guirra
MIGUEL CALMON - Luiz Oliveira
FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO ESTADO DA BAHIA - FEEB.
CONSELHO REGIONAL FEDERATIVO 15/JACOBINA

ATA DA ELEIÇÃO DOS MEMBROS DO CR-15 / JACOBINA

Às onze horas do dia trinta e um do mês de maio do ano de dois mil e nove, na cidade de Jacobina-BA, e na Sede do Grupo Espírita Cruzada do Bem, situado na Cel. Teixeira, 253, Centro, reuniram-se os Representantes dos Centros Espíritas jurisdicionados a este CR-15, formando, assim, a Assembléia dos representantes, para atenderem convocação contida em Edital, publicado na Internet e remetido a todos os Centros acima referidos, a fim de elegerem e empossarem os novos integrantes, (Coordenadores e Gestores) deste CR-15, para o triênio 2009/2012. Assumindo a direção dos trabalhos, o Coordenador Geral, Fred Santos, proferiu a Prece inicial, finda a qual verificou o quorum da assembléia, registrando-se a presença dos Representantes das seguintes Sociedades Espíritas: Grupo Espírita Cruzada do Bem, União Espírita de Jacobina, Centro Espírita Gotas de Luz (Caldeirão Grande), notando-se a ausência dos Grupos de Serrolândia, São José do Jacuípe, Miguel Calmon e Caem. Prosseguindo com a Pauta, o Coordenador Geral procedeu à leitura das atividades do ano de 2008, visto que o relatório de 2007, já foi apresentado a essa assembléia no final desse ano. Depois o Coordenador Geral inquiriu da assembléia se havia alguma chapa legalmente composta para concorrer e como não havia, colocou seu cargo à disposição da mesma, o que não foi aceito e assim sendo, o Coordenador pediu que quem quisesse participar da mesma deixava todos a vontade, apenas pedindo que, se possível, colocasse um representante por cada cidade. Desta maneira, a nova chapa ficou assim constituída: Coordenador Geral: Alcifrede Silva dos Santos, de Jacobina; Gestor Financeiro: Beto Gomes, do Centro Espírita de Caem; Gestora Administrativa: Maria da Glória Guirra, do Centro Espírita Gotas de Luz, de Caldeirão Grande e, posteriormente, foi incluído o companheiro Luiz Oliveira, do Grupo Espírita Alfabeto Divino, de Miguel Calmon, como Coordenador de Orientação e Qualificação Doutrinária. Colocada esta chapa em votação, foi a mesma eleita por unanimidade dos representantes das Casas Espírita presentes, tendo os seus membros tomado posse imediatamente nos seus cargos, cujo mandato expira em 31 de maio de 2012. Na seqüência, o Coordenador Geral franqueou a palavra, e como ninguém quisesse fazer uso da mesma, agradeceu a presença de todos, solicitou ao representante da UEJ, Fábio Andrade que fizesse a prece de encerramento, e, após, deu por encerrada a reunião, da qual foi lavrada esta ata, que lida e achada conforme, vai assinada por todos e por mim, Maria da Glória, Gestora Administrativa, que a escrevi e assino. (assinados) – Alcifrede Silva dos Santos, Beto Gomes, Fábio Andrade (UEJ), Luiz Oliveira.
Jacobina-BA, 31 de maio de 2009